terça-feira, outubro 11, 2016

SOBRENOMES E GENEALOGIA SPILLARI

Abaixo estão mencionados alguns dos sobrenomes conectados à árvore genealógica da família Spillari:
Italianos: Adami*, Ambrosio, Artioli*, Bacchetti, Basoni, Bavaresco, Bazzana, Bazziga*, Berardo, Biral, Bissoli*, Bonfanti, Borbone, Bortolucci, Brigo, Callegari, Carlini, Ceccato (Seccate), Cecchin (Secchin), Ceccon, Cecconi, Cherri, Costa, Dal Fior, Dalmaso, Dalpino, De Leo, De Lucca, Fabbrin, Faè, Fantin, Fauro, Federici, Filippin, Fin, Fragnan, Gadioli, Gambini*, Gemelli, Giuliani*, Lucchini*, Mantovanelli, Marchiori, Marconcini, Marini*, Marrocchi, Milani, Mortelli, Negrini, Nicoli, Ofranti, Padovani, Paladini, Paqueli, Paolini*, Pasti, Pedruzzi, Perin, Perinazzo, Pessin, Piva, Prastes, Ragazzi, Raimondi, Rebonato, Ricci, Rizzoti*, Romanel, Rossi, Sala, Salomon, Salvarani, Santi*, Sartori, Scacchetti, Scarpari, Schiano, Sguerzoni, Soffiati, Smider, Spillari (Spilari, Spillare, Spilare, Espilari), Sterzi, Suzzara, Tagliati, Taranto, Tedeschi*, Tizotti, Tomasi, Tosi*, Travesani, Varriale, Veronese, Villanova, Volponi, Zampieri, Zerbone e Zoia.

Germânicos: Egg, Friks, Haver, Starziaki, Vandersee, Weiller e Zavascki.

Portugueses/Espanhóis: Christo, Coutinho, Fonseca, Loredo, Marques, Martines, Mello, Quadra, Rubin, Sedano, Silveira, Valistrero e Vianna.
Fonte:
Spillare, Roberto Vandersee. Bea Poenta: A história escrita da família Spillari no Brasil. 2ª Ed, Clube de Autores, 2016 (pág. 12).

Estes são apenas alguns dos vários sobrenomes conectados direta ou indiretamente à árvore genealógica da família Spillari.

quinta-feira, dezembro 04, 2014

Gazzetta di Mantova

No mês de Novembro fora publicado no jornal italiano "Gazzetta di Mantova" uma breve matéria a respeito de nossas pesquisas conforme link abaixo:

GAZZETTA DI MANTOVA

quarta-feira, dezembro 18, 2013

Spillari entradas

Até onde sabemos as entradas de Spillari/Spillare/Spilari em território brasileiro se deram através de 7 entradas distribuídas em um período aproximado de 22 anos. Abaixo encontram-se descritas as entradas que encontramos até o momento.

Importante:
    1 - os ramos que contribuíram para a formação dos Spillari no Brasil encontram-se em destacados em amarelo.
      2 - os que não encontram-se destacados em amarelo possuem observações no final da página.


Observações:

1ª obs.: não existem vestígios posteriores ao desembarque desta família. Várias são as possibilidades, tais como retorno em massa para Itália; estavam apenas de passagem no Brasil, indo posteriormente para outro país; passaram a assinar Spiller após a entrada ou na pior das hipóteses todos mortos por uma hipemia.

2ª obs.: esta família retornou para a Itália no início do século XX.

3ª obs.: embora tenham entrado em solo brasileiro como Spilari, após estabelecidos em terras catarinenses esses Spilari passaram a assinar Spiller novamente. Nota-se em alguns dos registros de seus filhos na Itália o uso seja do Spiller, como também do Spillere.

4ª obs.: estabelecido no interior de Minas Gerais, Magnabosco não teve herdeiros, apenas herdeiras. Logo, os seus descendentes em teoria não carregam este nome, o que torna difícil a tarefa de identificá-los.


Link's relacionados:

- Gio Batta Lavarello e suas famílias
- Spillari ou Spilari? ou Spilare? Ou Spillere?
            Oh céus qual é p correto?
- Sobrenomes presentes na genealogia capixaba
- Sobrenomes presentes na genealogia gaúcha
- Sobrenomes presentes na genealogia paulista



Spillari-ES Histórico

Era Julho de 1897 quando os Spillari junto a alguns amigos e parentes desembarcaram no porto do Rio de Janeiro, deixando para trás junto com o navio Gio Batta Lavarello, as suas histórias e suas  vidas, para um novo começo em terras tropicais. Não se sabe ao certo por quais motivos, mais foi somente após mais de um mês de espera que estes imigrantes italianos foram encaminhados para a colônia Italiana de Iconha.

Capela feita pelos primeiros imigrantes
em Tocaia-Iconha
Em Iconha, Domenico Spillari apoiado por sua esposa Maria Domenica Suzzara e seus 4 filhos Romilda Spillari, Carlo Spillari, Gregorio Spillari e Itala Spillari, embora sentisse saudades de seus dois filhos que haviam ficado na Itália (Annunciata Spillari e Pietro Spillari), se concentrava em trabalhar. Fruto deste trabalho, em poucos anos a família já havia colhido suas primeiras sacas de café, investindo posteriormente em um armazém de café na Vila de Piúma. De acordo com os seus netos, os primeiros anos dos Spillari em solo capixaba foram de relativa fortuna, pois as sacas de café de seus vizinhos eram todas levadas ao armazém dos Spillari em Piúma, para depois serem negociadas e enviadas ao seu próximo elo no ciclo de transporte desta mercadoria. Não fora preciso muito tempo para que os filhos de Domenico se casassem, na Itália sua primogênita já era casada com Paolo Rinaldi, e em solo capixaba seus outros filhos também se casaram: Romilda se casara com um aparentado de Villimpenta Erminio Mantovanelli Carlo se casara com sua amiga de infância Adelaide Sguerzoni (também de Roncoferraro como a família Spillari), Gregorio havia se casado com a trentina Elvira Dalmaso (que era de Levico) e Itala com o napolitano Salvatore Varriale

Talvez por considerar sua missão como cumprida, Domenico junto com Maria decidiram retornar para a Itália, e coincidiu neste período (aprox. 1919) que um de seus filhos ficara sabendo da venda de terras grandes e baratas entre as regiões de Burarama e Monte Alegre em Cachoeiro do Itapemirim. E foi justamente por este motivo que tudo o que haviam construído em Iconha fora vendido, e assim cada um de seus filhos pode comprar suas próprias colônias, enquanto Domenico e sua amada esposa retornavam para a sua pátria amada.


Links relacionados:

- A falência e as separações
- Gio Batta Lavarello e suas famílias




domingo, abril 01, 2012

Livro BEA POENTA

Bea Poenta...livro sobre a fam italiana Spillari

(Pt) Olá galera, foi publicado o livro BEA POENTA, um retrato histórico sobre a vida dos primeiros Spillari no Brasil, e com informações onomásticas e genealógicas. Quem tiver interesse os pedidos são feitos online através do clube dos autores, o tempo de entrega gira me média 12 dias. Para acesso:

http://clubedeautores.com.br/book/126048--Bea_Poenta

Detalhes do livro:
Número de páginas: 233
Edição: 1(2012)
Formato: A5 148x210
Coloração: Preto e branco
Acabamento: Brochura c/ orelha
Tipo de papel: Couche 90g

(it) Ciao ragazzi, è stata fatta la pubblicazione del libro BEA POENTA, una raccolta della storia di vitta dei primi Spillari in Brasile, con informazione sull cognome e genealogia. Per chi ha qualche interesse, le richieste devono essere fatte traverso il clube dos autores. Per accessare:

http://clubedeautores.com.br/book/126048--Bea_Poenta

Detalhes do livro:
Número de páginas: 233
Edição: 1(2012)
Formato: A5 148x210
Coloração: Preto e branco
Acabamento: Brochura c/ orelha
Tipo de papel: Couche 90g

sexta-feira, fevereiro 24, 2012

Espanhóis no Espírito Santo

Os espanhóis formam o terceiro grupo em número de imigrantes que entraram no Espírito Santo no Século XIX. As regiões da Andaluzia, Valência, Murcia e Extramadura contribuíram para o fornecimento de imigrantes.

Ainda no período colonial, em fins de 1813, um grupo de pelo menos 50 espanhóis, de um total de 222 imigrantes que seguiam para o Rio de Janeiro a bordo da embarcação Santo Agostinho Palafox, resolveram permanecer no Espírito Santo. O navio foi obrigado a baixar âncoras em Vitória, pois se encontrava avariado e faltava até mesmo água para os seus passageiros. Eram procedentes de Lançarote, uma das ilhas das Canárias. Ainda não foram localizadas listas dos nomes desses espanhóis. Cerca de uma dezena permaneceu nos arredores da capital. A maior parte foi destinada à povoação de Linhares, no Rio Doce, para trabalhar como agricultores na fazenda de João Fellipe du Pin Calmon.

No porto de Gibraltar embarcou a maioria dos passageiros espanhóis: 1.723, o que equivale a 80,7% do total. Outros embarcaram em Barcelona (5,5%), Málaga (4,6%), Alméria (4,5%). Em Gênova, na Itália, foram embarcados 4,4% do total de espanhóis para o Espírito Santo.

Ao todo foram 29 embarcações que transportaram imigrantes espanhóis, embarcados nos portos da Europa e no Rio de Janeiro. O Alacrità, que partiu do porto de Gibraltar em 16/07/1896 e chegou a Vitória no dia 9 de agosto, trazendo 640 colonos, foi o navio que mais imigrantes transportou em uma única viagem. O Rosário trouxe 439 em 05/07/1896 e o Las Palmas, 351 em 08/09/1896.